terça-feira, março 31, 2009

VALOR


Arruma essa casa, menino; poê brilho no olho; para quê tanta preguiça ao deitar?

Medita um pouquinho, sai do piloto automático.

Tanta gente querendo experimentar e você não dá o devido valor ao seu voar.


Ah, do que vale descobrir os mistérios do antigo Egito, os yogas da India ou o tesouro enterrado embaixo das muralhas da China, se eu não conheço o pontencial da minha mente; se desconheço o brilho da minha alma?

Ah, do que vale saber de coração o que dizem as sagradas escrituras, gritar Axé ou Aleluia, se não conheço o alcance da minha vista; se desconheço o poder da minha voz?

Ah, do que vale os estudos de espiritualidade, os cântigos de Salomão ou a poesia do Baghavita Gita, se eu não pratico a sabedoria em minhas ações, se não sou firme em minha luta?

Ah, vale nada tudo isso; pois muito carrego na cabeça e pouco no umbigo.

Ah, vale nada tanta teoria, pois muito falo e nada digo.

Chega de tanto disso e nada do que realmente preciso. O Divino não está apenas no templo, está principalmente no sorriso amigo e na vida real que começa quando acordo, abro a porta e me manisfesto no mundo.

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