sexta-feira, novembro 29, 2013

Pingos de Discernimento


Ah, Senhor!
Se eu tivesse
Que pedir algo,
Eu pediria
Pingos de discernimento;

Pingos,
Pois o Senhor sabe
O quanto para mim é lento,
Compreender
Quem nem tudo
Que leio ou escuto
É ensinamento;

Pingos,
Pois quero ir devagar
Chegar bem
Bem chegar;
Por isso te peço
Pinga discernimento
Em mim
Ou pensando bem...

Nem precisa pedir, não é?

quinta-feira, novembro 28, 2013

Prece do Sertão


Ivan Vilela

Oi Deus, nóis tá sempre pedindo
as coisas pro Sinhô
Nóis pede dinheiro
Nóis pede trabaio
Nóis pede pra chovê, e se chove demais
nóis pede pra pará,
mó de a coieita num fartá.
Nóis pede amô. Nóis pede pra casá
Nóis pede casa pra morá
Nóis pede saúde
Nóis pede proteção
Nóis pede paiz
Nóis pede pra deslindá os nó quano
as coisas cumprica,
Mó de a vida corre mió.
Quano a coisa aperta, nóis reza pedindo
tudo que farta.
É uma pedição sem fim, e quano as coisas
dá certo, nóis vai na igreja mais perto
e no pé de algum Santo
que seja de devoção, nóis deixa uns mirreis,
e lá nos cofre da frente,
nóis coloca mais uns tostão.
Mais hoje, Meu Sinhô, bateu uma coisa
isquisita e me puis a matutá.
Nóis pede e pede.
Mas nóis nunca pergunta comé
que o sinhô tá.
Se tá triste, o tá contente.
Se percisa darguma coisa que a
gente possa ajudá.
E por esse esquecimento,
o sinhô há de adescurpá.
Ói Deus, nóis sempre pensa que o
sinhô não percisa de nada,
mais tarvêz não seja assim,
Tarvêz o sinhô percisa de mim.
Sim...
O sinhô percisa sim.
Percisa de minha bondade.
Percisa de minha alegria.
Percisa da minha caridade.
No trato c´os irmão.
Nóis semo a Sua Criação.
Nóis num pode fazê feio.
Nem fica fazeno rodeio.
Mó de desapontá o sinhô.
Nem amargá o seu sonho,
que foi seu sonho de amô,
quando essa terra todinha criô.
Ói Deus, eu prometo vô rezá de outro jeito.
Vô para com a pedição
e trocá milagre por tustão.
Tarvêz até eu perca uma graça,
mas antes eu vô vê direitinho
o que é que andei fazeno de bão.
E se nada de bão eu encontrá,
muito vou me envergonhá,
e ainda vô te pedi perdão.

Postado originalmente por Giancarlo Salvagni em seu blog:

MENSAGEM CENSURADA PELO FACEBOOK

"Sim, todas as mulheres que aceitam a sua "natureza selvagem" são lindas seja em qual forma elas optarem em ter. Homem apaixonado não vê a sua mulher com as lentes da beleza da mídia e sim com as lentes da verdadeira beleza que o cativa." 


terça-feira, novembro 26, 2013

A MEDITAÇÃO E O BANQUETE


Cansado de lutar com os meus pensamentos, virei a mesa e os convidei para jantar.

Eles ficaram confusos, e ao invés de passearem para lá e para cá; em dúvida, aceitaram meu gesto amigo e se sentaram ao meu lado para degustar o jantar. Foi quando percebi que os pensamentos não eram inimigos, eles eram meus aliados.

Maldito professor de meditação que sem nada o que fazer, me ensinou erradamente os pensamentos eliminar. Não é preciso se livrar dos pensamentos, só é preciso deixá-los passar.


Sorri e terminei a meditação, enquanto meus pensamentos lavavam os pratos.

segunda-feira, novembro 25, 2013

MEDITA NO SEU TEMPO

E se houver um outro tempo

dentro do tempo?

Um tempo

Onde as coisas que vemos

No mundo, 

São vistas de outro jeito;

Com mais detalhes,

Com mais linguagem,

Com mais clareza;


E se conseguíssemos

Enxergar esse tempo

Dentro do nosso tempo?

Será que nos daríamos conta

Que deixamos passar

Boa parte das coisas

Que deveríamos observar?


Será que notaríamos

Uma estrela brilhando,

Um amigo acenando,

Alguém amado

Dizendo: Eu te amo?



Humm... preciso meditar mais nisso.

quinta-feira, novembro 21, 2013

No matter what: SING!!!!

"Não dialogue com as sombras;
Pois elas sabem falar melhor que você"
Disse o escuro para mim;
Quando eu cai no buraco
Negro que gira dentro de mim mesmo;

E descobri:

Aquilo que eu mais cobro dos outros
É aquilo que menos tenho!

Então a a cadeira se afastou
E o corpo caiu
E alma gritou;
E no meio da escuridão
Um passarinho chamado Salibian
Me lembrou:
No matter what happened, SING!!!!

Daí, levantei-me
E no meio da tempestade;

Construi da areia, o meu castelo!

terça-feira, novembro 19, 2013

PELISINAL


Faça ao menos o pelisinal
E esse quebrante vai-se embora.

Oxi, como assim, ce num é cristão?
E lá precisa cê, pra modi rezar

Vixi, minunu,
Somo tudo fio de Adão.

Né crendice não, môço,
Tira esse terço do borso
E se pega cum Nosso Sinhô

E cê vai vê as coisa tudo si ajeitá.

segunda-feira, novembro 18, 2013

SOBRE A UMBANDA...


Por Leonardo Boff

Quando atinge grau elevado de complexidade, toda cultura encontra sua expressão artística, literária e espiritual. Mas ao criar uma religião a partir de uma experiência profunda do Mistério do mundo, ela alcança sua maturidade e aponta para valores universais. É o que representa a Umbanda, religião, nascida em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1908, bebendo das matrizes da mais genuina brasilidade, feita de europeus, de africanos e de indígenas. Num contexto de desamparo social, com milhares de pessoas desenraizadas, vindas da selva e dos grotões do Brasil profundo, desempregadas, doentes pela insalubridade notória do Rio nos inícios do século XX, irrompeu uma fortíssima experiência espiritual.

O interiorano Zélio Moraes atesta a comunicação da Divindade sob a figura do Caboclo das Sete Encruzilhadas da tradição indígena e do Preto Velho da dos escravos. Essa revelação tem como destinatários primordiais os humildes e destituídos de todo apoio material e espiritual. Ela quer reforçar neles a percepção da profunda igualdade entre todos, homens e mulheres, se propõe potenciar a caridade e o amor fraterno, mitigar as injustiças, consolar os aflitos e reintegrar o ser humano na natureza sob a égide do Evangelho e da figura sagrada do Divino Mestre Jesus.

O nome Umbanda é carregado de significação. É composto de OM (o som originário do universo nas tradições orientais) e de BANDHA (movimento inecessante da força divina). Sincretiza de forma criativa elementos das várias tradições religiosas de nosso pais criando um sistema coerente. Privilegia as tradições do Candomblé da Bahia por serem as mais populares e próximas aos seres humanos em suas necessidades. Mas não as considera como entidades, apenas como forças ou espíritos puros que através dos Guias espirituais se acercam das pessoas para ajudá-las. Os Orixás, a Mata Virgem, o Rompe Mato, o Sete Flechas, a Cachoeira, a Jurema e os Caboclos representam facetas arquetípicas da Divindade. Elas não multiplicam Deus num falso panteismo mas concretizam, sob os mais diversos nomes, o único e mesmo Deus. Este se sacramentaliza nos elementos da natureza como nas montanhas, nas cachoeiras, nas matas, no mar, no fogo e nas tempestades. Ao confrontar-se com estas realidades, o fiel entra em comunhão com Deus.

A Umbanda é uma religião profundamente ecológica. Devolve ao ser humano o sentido da reverência face às energias cósmicas. Renuncia aos sacrifícios de animais para restringir-se somente às flores e à luz, realidades sutis e espirituais.

Há um diplomata brasileiro, Flávio Perri, que serviu em embaixadas importantes como Paris, Roma, Genebra e Nova York que se deixou encantar pela religião da Umbanda. Com recursos das ciências comparadas das religiões e dos vários métodos hermenêuticos elaborou perspicazes reflexões que levam exatamente este título O Encanto dos Orixás, desvendando- nos a riqueza espiritual da Umbanda. Permeia seu trabalho com poemas próprios de fina percepção espiritual. Ele se inscreve no gênero dos poetas-pensadores e místicos como Alvaro Campos (Fernando Pessoa), Murilo Mendes, T. S. Elliot e o sufi Rumi. Mesmo sob o encanto, seu estilo é contido, sem qualquer exaltação, pois é esse rigor que a natureza do espiritual exige.

Além disso, ajuda a desmontar preconceitos que cercam a Umbanda, por causa de suas origens nos pobres da cultura popular, espontaneamente sincréticos. Que eles tenham produzido significativa espiritualidade e criado uma religião cujos meios de expressão são puros e singelos revela quão profunda e rica é a cultura desses humilhados e ofendidos, nossos irmãos e irmãs. Como se dizia nos primórdios do Cristianismo que, em sua origem também era uma religião de escravos e de marginalizados, “os pobres são nossos mestres, os humildes, nossos doutores”.

Talvez algum leitor/a estranhe que um teólogo como eu diga tudo isso que escrevi. Apenas respondo: um teólogo que não consegue ver Deus para além dos limites de sua religião ou igreja não é um bom teólogo. É antes um erudito de doutrinas. Perde a ocasião de se encontrar com Deus que se comunica por outros caminhos e que fala por diferentes mensageiros, seus verdadeiros anjos. Deus desborda de nossas cabeças e dogmas.



Leonardo Boff

terça-feira, novembro 12, 2013

Nem luto, nem dramas... só estrelas

Por Wagner Borges

Quando o Amor faz a dor ir embora...)

Ah, meu amigo!
Ninguém morre...
É só a vida que sorri em outro plano.

Os sentidos do corpo não registram quase nada.
Muito menos a totalidade do universo e seus desdobramentos.
Há coisas que não se vêem, só se sentem...

O Invisível é tão real quanto o visível.
Mas só o coração é que sabe disso.
Por isso, ele compreende o mistério...

Há canções que não se escutam com os ouvidos.
E toques que não são físicos.
Ah, quem é capaz de medir ou pesar um sentimento?

Muitos sentem saudades e vão aos cemitérios.
Mas, há outros que olham para cima...
Porque sentem que o lar espiritual é o mesmo das estrelas.

Alguns olham fotos e choram, por um passado que não volta.
No entanto, outros olham para frente, e seguem...
Porque eles sentem algo a mais...

Ah, isso não se explica...
Porque é toque do Invisível no coração.
E faz olhar para cima, com os olhos brilhando.

Saudade não tem idade; nem nenhum espírito.
Sete palmos de terra não seguram o que é sutil.
Ah, a vida canta em tantos lugares...

E quem pode afirmar que só tem vida aqui?
O cadáver se dissolve no solo; a consciência, não.
O que é da Terra, retorna para Ela; o que é das estrelas, volta para elas...

A canção dos astros retumba por todas as esferas...
Mas só o coração escuta, e se encanta.
Porque, mesmo olhando para um túmulo, ele só vê estrelas.

Muitas vezes, a dor de uma perda faz tudo ficar sombrio.
Então, do Invisível descem toques sutis e amigos.
Que, de alguma maneira, sempre chegam a quem precisa.

Não são toques físicos; nem podem ser pesados ou medidos.
São como os sentimentos; quem pode explicá-los?
Nas ondas do amor, desaparecem as tumbas, e só se vê estrelas.

E a dor se vai... E as flores ficam tão lindas.
E aí, não dá mais para colocá-las sobre uma tumba.
Dá vontade de oferecê-las para outro coração, pela vida.

Dá vontade de fazer algo bom, em homenagem a quem partiu.
E o luto se vai... Na vida, que sempre chama.
E isso não se explica, só se sente.

A vida pulsa em todos os planos...
E quem ama, sabe disso.
Porque seu coração escuta o som das esferas.

Ah, meu caro!
Ninguém morre...
É só a vida que segue cantando, por aí...

Nada de tumbas ou dramas.
A vida é maior do que isso.
E sempre segue, na Terra, ou no Astral, e mais além...

P.S.:
Você queria uma mensagem espiritual.
Desculpe, mas não tenho nada aqui.
Porque eu não mando em nada, meu amigo.
Só escrevo o que sinto em meu coração.

E, muitas vezes, o Invisível me inspira nisso.
Não posso lhe provar nada (e nem quero).
No entanto, talvez você capte algo nessas linhas.
E, se assim for, sua dor irá embora.
Porque um Grande Amor ficará no lugar.

Então, finalmente você compreenderá...
Que há coisas que não se explicam, só se sentem.
E isso não está em meu poder, mas em você mesmo.
Oxalá você não veja mais túmulos tristes, mas, estrelas.

E que seus olhos sejam como dois sóis.
E que o Amor arrebate seu coração, meu amigo.

Om Mani Padme Hum!*


(Dedico esses escritos também para todos os que sofrem pela perda de alguém.
Eu gostaria de ir até vocês e abraçá-los, e dizer-lhes das presenças extrafísicas que vejo e que me pedem para escrever falando sobre a imortalidade da consciência; gostaria de estender o abraço delas até vocês, de alguma maneira; não para confortá-los de forma passiva ou doutrinária, mas, em nome da vida.

Ah, como eu gostaria de abraçá-los, de um a um, em nome de seus entes queridos que hoje vivem em outros planos; contudo, não tenho esse poder e não mando em nada; só sei sentir e escrever. Nada posso provar, mas, tem uma canção viajando por aí... E ela fala que as estrelas brilham muito mais no coração de quem ama.

Ah, o sábio grego Pitágoras estava certo. Ele sempre ensinou sobre a canção dos astros, retumbando de esfera em esfera...

E também o grande mestre Toth**, que, lá nas terras quentes do antigo Egito, ensinava para os iniciados que “o Inefável é invisível aos olhos da carne, mas é visível à inteligência e ao coração”.

Oxalá os ensinamentos desses mestres da consciência calem fundo em seus corações, e que a dor de vocês vá embora... Na Luz do Todo, que está em tudo.


Paz e Luz.


- Wagner Borges – cada vez mais, vendo estrelas... Com o coração.

São Paulo, 18 de dezembro de 2009.


- Notas:
* Om Mani Padme Hum - do sânscrito - sua tradução literal é: "Salve a jóia no lótus". Esse é um mantra de evocação do boddhisattva da compaixão entre os budistas tibetanos e chineses. Om é a vibração do TODO. Mani é a "Jóia espiritual que mora no coração"; ou seja, é o próprio Ser, a essência divina. Padme / Lótus é o chacra cardíaco que envolve, energeticamente, essa jóia sutil. Hum é a vibração dessa compaixão do TODO vertendo a luz pelo chacra cardíaco em favor de todos os seres.

Esse mantra é mais conhecido como o "mantra da compaixão". É um dos mantras mais poderosos que conheço. Pode ser concentrado, mentalmente, dentro do peito – como se a voz mental estivesse reverberando ali –, ou dentro de qualquer um dos chacras que a pessoa desejar ativar. No entanto, o melhor lugar para ele é realmente o chacra cardíaco, pois o que chega ali é distribuído para todo o corpo, pela circulação do sangue comandada pelo coração, e também a todos os outros chacras do corpo energético.

O chacra frontal, na testa, também é excelente para a prática desse mantra, pois o que chega nele é distribuído ao longo da coluna pelos nádis – condutos sutis de transporte energético pelo sistema –, e comunicado a todos os outros chacras abaixo dele. Esse é o motivo pelo qual vários mestres iogues sempre aconselham aos seus discípulos iniciar alguma prática bioenergética por ele.

Um livro excelente sobre isso é o do pesquisador iogue japonês Hiroshi Motoyama, "Teoria dos Chacras", pela Editora Pensamento.

Eis alguns CDs maravilhosos que contêm esse mantra:

- Laíze, com a participação de Áurio Corrá nos teclados e arranjos - CD. "OM", pela Gravadora Alquimusic – Brasil - A segunda faixa desse disco é um canto de amor e faz um bem enorme ao chacra cardíaco. É amor em forma de ondas sonoras.

- CD. "Tibetan Incantations - The Meditative Sound of Buddhist Chants", pela Gravadora Music Club, Série 50050 – England - A segunda faixa é de uma profunda alegria e melhora o humor do ouvinte. É alegria em forma de ondas sonoras. A terceira música é o mantra Om Mani Padme Hum cantado a capela pelos monges tibetanos. Esse álbum tem 74 minutos de música.

- CD. "Six-Word Mantra of Avalokitesvara - The Avalokitesvara Boddhisattva Dharma Door Vol. ll", pela Gravadora Wind Records, Série TCD – 2109 – E.U.A. - Esse CD foi feito por músicos chineses e direcionado para a cura de órgãos internos pelo mantra Om Mani Padme Hum. Entretanto, como a pronúncia é chinesa, o mantra fica Om Mani Pa Me Hung. Seu efeito é bem forte. Nesse trabalho, o lance é mais de energia do que de amor. É vitalidade em ondas sonoras.

- Beijing Central Juvenile Chorus - CD. "Wingsong of The Lotus World", pela Gravadora Wind Records, Série TCD – 2152 – E.U.A. - Esse disco é cantado por um coro juvenil chinês. Aqui o Avalokitesvara, criador do mantra Om Mani Padme Hum – representado pelos chineses na figura da Deusa da compaixão "Kuan-Yin" –, é reverenciado em um belo canto que encanta o coração do ouvinte sensível. Esse disco é paz em ondas sonoras.

- Buedi Siebert – CD. “Om Mani Padme Hum”, pela Gravadora Real Music, Série RM – 4040 – E.U.A. – Esse CD contém diversas versões do mantra Om mani Padme Hum. É excelente para momentos de prece, práticas meditativas, práticas de Ioga e momentos de inspiração e conexão espiritual.

- Fan Li-bin – CD. “Sound From the Cosmos”, pela Gravadora Wind Records, Série TCD – 2112 – E.U.A. – Nesse trabalho de fortes vibrações, Fan Li-bin, vocalista nascido em Taiwan e exímio praticante de mantras, procurou realizar uma conexão espiritual do mantra Om Mani Padme Hum com os chacras. Aqui a pronúncia do mantra é cantada como Om Ma Ni Pa Mei Hum.

- Craig Pruess – CD. “Sacred Chants of Buddha”, pela Gravadora Heaven on Earth Music, Série HOEM – 12 – England – A terceira faixa deste CD é uma versão do mantra Om Mani Padme Hum elaborada para profundo relaxamento psicofísico.


** Esse sábio das estrelas foi conhecido por diversos nomes ao longo da História: Toth no Egito; Hermes na Grécia; Mercúrio em Roma; Henoc para os judeus; Mensageiro de Osíris para os iniciados; Hermes Trismegisto (Trimegistus, Trimegistro), o Três Vezes Grande!
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