quinta-feira, julho 31, 2014

Eixo - Zona de Conforto


É preciso sair do eixo, da zona de conforto, para enxergar outras dimensões, abrir novas portas, destituir o poder de velhos padrões. Dói. Dá medo. É imprevisível, sai do controle. Uma voz grita: "Insensata!", enquanto outra apóia tranquilamente a suposta insensatez.
Coração torce quietinho pela vitória das águas fluidas e calmas, do amor expandido, da generosidade, do ser livre e desperto, da plenitude e unidade, da atitude, da vontade, da confiança, convicção, serenidade, da força, do saber-se merecedora da prosperidade, saúde, harmonia e amor.
Coragem, vai, transpõe o abismo dessa vez.

quarta-feira, julho 30, 2014

O Número 13

By: Raio de Luz Oridio Nunes

O número 13, na numerologia, representa a consciência universal de Deus pelo número 1, unido com a trindade 3, que retorna a unidade (pai, filho e espírito santo). Se reduzirmos o número 13: 1+3 = 4, voltaremos nos símbolos do quadrado e da cruz (quatro pontas), que lembra o sacrifício do corpo de Jesus, e o quadrado lembra a terra, o pó de onde viemos e pra onde vamos retornar.


terça-feira, julho 29, 2014

Meus Sonhos

Texto by: Michelle Nery

segunda-feira, julho 28, 2014

O Caminhar de vagar

Quem carrega seu mundo nas costas, precisa caminhar devagar - quase tartarugando - para não deixar o que é seu passar...

sexta-feira, julho 25, 2014

O Corpo...

O Corpo que ocupo nesse corpo coletivo incorpora o melhor que esse corpo comporta...

quinta-feira, julho 24, 2014

O Louco

Khalil Gibran :
O Louco 

Perguntais-me como me tornei louco. 
Aconteceu assim:
Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!”
Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.
E quando cheguei à praça do mercado, um rapaz no cimo do telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo. 
O sol beijou pela primeira vez a minha face nua.
Pela primeira vez, o sol beijava a minha face nua, e a minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais as minhas máscaras.
E, como num transe, gritei: “Benditos, benditos os ladrões que roubaram as minhas máscaras!”
Assim tornei-me louco.
E encontrei tanta liberdade como segurança na minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós

quarta-feira, julho 23, 2014

Meditação ou Concentração?

Pela meditação nós unimos a pequena alegria da alma com a grande alegria do Espírito. O ato da meditação não deve ser confundido com o ato da concentração comum. A concentração consiste em retirar a atenção de distrações e focalizá-la em qualquer pensamento em que estejamos interessados. A meditação é uma forma especial de concentração na qual libertamos a atenção da inquietude em nós e a focalizamos em Deus. A meditação é, portanto, a concentração que usamos para conhecer Deus. 

(Yogananda)

terça-feira, julho 22, 2014

Vôo e Dança - Vida e Experiência

Águia Da Esperança, me ajude sempre a lembrar que a vida é um voo e as minhas experiências são danças sagradas que se complementam com todas as outras asas...

domingo, julho 13, 2014

7 x 1 Da Soberba ao Estranhamento

1 x 0

Soberba dá lugar ao estranhamento. O que era imortal recebe a visita do mortal no poder do reino da dualidade - os olhos se arregalam, os pelos sobem e um frio na espinha indica, as coisas vão mudar. 

2 x 0

Vishnu dá lugar a Shiva. Tudo está prestes a se transformar. O segundo golpe indica que o controle está prestes a dar lugar ao caos que varre a ordem na Dança de Shamboo que tudo transforma, tudo clareia e faz Reis e Rainhas se tornarem rainhas e reis.

3 x 0

A corrente começa a levar tudo que encontra pela frente, ainda temos a ilusão que podemos nos agarrar nas gramas das margens. Os dedos agarram cada pedacinho de grama, como se fossem cordas, correntes - o desespero já está aparente.

4 x 0

Tudo parece durar uma eternidade, mas para quem assiste de longe, o estranhamento demora alguns minutos. Golpe após golpe, já se reza, já se invoca o Divino. Ateus clamam por Deus, Evangélicos pedem as benções dos Orixás. Porém, o quinto tiro -  tira  - todas as aves dos passarinhos. 

5  x 0 

....

6 x 0 

Já não resta mais nada a fazer a não ser se adaptar. A soberba dá lugar a única coisa a fazer: tentar forças encontrar. Quando não se tem mais controle e sem controle a vida está, a Dança de Nataraja passa a mostrar que a força que tudo leva - naquele momento - é maior que a nossa soberba, o nosso despreparo e não nos resta nada a mais além de aprender com essa força a nós fortalecemos também.

7 x 0
Mahakala com mais um ceifada, mata o sétimo corpo e sob o impacto do sétimos golpe, nós debatemos pela última vez. O estranhamento da morte, ceifa também o tempo e com o tempo, o espaço que tínhamos para fantasias e distorções. E o que fica no lugar? Um último chute de esperança...

7 x 1

O chute é apenas um reflexo daquilo que já foi rei. Maheswara diminui o ritmo da sua Dança Implacável, como quem sabe que aquele ser em cinzas pode se reerguer novamente. Começa a surgir além do brilho da meia-lua do estranhamento que a tudo transforma, a lua nova da criação. Brahma rege a orquestra da transformação das cinzas em alguma outra coisa. Algo novo pode surgir ou pode ser que esse ser que surge das cinzas ainda tenha vestígios de soberba e ainda queira ser Rei e tenha que sofrer mais 3 mortes ou 300 visitas de Shiva até aprender...até aprender que é preciso muito trabalho e dedicação para se recuperar a coroa; e muita paciência e humildade para deixar o reinado nas mãos de quem é mais competente e eficiente para reinar. 


Le Roi Est Mort, Vive Le Roi!


segunda-feira, julho 07, 2014

O Deus da Linguagem

O Deus que habita na língua não é o Deus que sente, que você sente!
Sente
E sinta 
Sentiu?

E ao sentir 
Por instinto 
Você se move 
E para se mover, o Eu-que-sente descobre a língua que precisa para ir mais adiante e naquele instante, a língua serve a quem sente e quem sente, aprende a pensar e a usar esses tais pensamentos para articular o nome ou o pronome,
O verbo e o predicado
As letras e as palavras 
As frases e as idéias 
Até que o eu-que-sente se transforme nesse eu-que-pensa, eu-que-fala, eu-que-acredita no que diz! 

Eu que acredita no que pensa e o que se pensa não é o que se sente, pois você não é o que pensa, você é o que você sente

E quem diz que você é o que pensa 
É o Deus da Linguagem 

Aquele que sabe 
Mas não sente,
Não sente...
Amor! 
Pois amor não cabe na mente.

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