terça-feira, agosto 11, 2009

UMBANDAIME

A polêmica envolvendo a Umbanda e o Santo Daime Muitos são os caminhos para o Divino, muitas são as práticas, as estradas iniciáticas, as técnicas e as escolas; e se desde o começo dos tempos religiões são oferecidas aos montes, se deve ao fato que é inquestionável a fome de espiritualidade que temos dentro da gente . Talvez isso seja apenas uma semente que foi plantada há muito tempo e que precisa ser devidamente regada, para crescer com troncos fortes e florescer em fruta madura a ser entregue para quem vem depois e tem a mesma fome que nos levou ao começo da caminhada; caminhada que nos levou e nos leva ainda a buscar as mais diversas formas de contato com Deus; e é por essa razão e por sermos tantos indivíduos com os nossos pontos de vista respectivos, que a cada dia, a cada hora e a cada precisar, uma nova forma ( ou antiga repaginada) surge ou surgirá para nos religar.

Toda religião “nova” ou mal documentada ou vulgarmente estudada pode ser alvo de perseguições, críticas desenfreadas e nem um pouco construtivas. Afinal, falar mal de qualquer caminho é ignorar que todas as estradas são válidas; até mesmo aquelas que pela sociedade são renegadas. Chamar atenção para abusos é um dever de qualquer estudioso da espiritualidade, mas é preciso cuidado, cautela, pois basta uma palavra mal intencionada ou experiências pessoais mal analisadas para negativar uma busca sagrada. Foi assim com a Umbanda, é assim hoje com as religiões derivadas do uso da Ayahuasca; e será assim amanhã com outras formas mais que fugirem daquilo que não se adequar na “religião de Meu Pai”.

Talvez pela sorte do acaso ou talvez por alguma repercussão cármica, nascemos, graças aos deuses, nesse país de maioria miscigenada, onde a cor de pele não representa mais nada, em virtude de muita gente de pele branca ser mais negra que muito negro, e mesmo sob forte influência das religiões que foram herdadas da Europa, a Umbanda e o Santo Daime (uso esse nome como exemplo, pois é assim que é mais conhecida as religiões que usam como sacramento essa bebida), foram evoluindo e sendo misturadas com outras cores em outras festas; envolvendo o maracá indígena com o tambor africano; migrando naturalmente dos guetos e da floresta para a cidade e para os grandes centros, tornando-se uma mistura que muitos defendem e outros tanto criticam, mas que possui uma força própria independentemente do atrito do preconceito que deseja para a sua trajetória. Vivemos num país de maioria cristã, mas que de alguma forma nasceu com uma vocação religiosa universalista; abraçando outras religiões e as tornando parte de uma única crença: a brasileira. Foi assim com o espiritismo francês, tem sido assim com o orientalismo hindu e budista; ou seja, uma construção silenciosa, mas expansiva de uma identidade espiritualista onde todas as formas da fé são bem-vindas, afinal, é somente nas ruas desse país, que um evento envolvendo judeus e muçulmanos numa corrida da paz poderia tomar lugar; como ocorreu num dia desses em São Paulo. Porém, é natural também que toda religião nova passe por uma fase de perseguição antes de ser devidamente incorporada e adaptada à sociedade. Essa é a razão desse artigo, uma defesa da fé como um todo, e explico isso, pois não sou umbandista, nem tão pouco daimista, ou mesmo praticante de qualquer religião em especial, e se é preciso nomear ou rotular alguém pela crença que persegue, esse escritor não passa de um estudante da espiritualidade em suas infinitas formas que contrabalanceia com esse artigo as muitas opiniões desconstrutivas que há pela internet, pelas revistas, palestras e cursos envolvendo essas duas religiões que são tão amadas e ao mesmo tempo tão odiadas.

A Umbanda, essa festa cultural e espiritual, que há tantos aterrorizou e ainda apavora as pessoas “cultas” por envolver incorporações de “ espíritos”, começou a sua subida dos quintais da periferia e hoje alcança até mesmo os jardins dos Jardins de São Paulo. Os ritos já não são feitos às escuras, o som do tambor já não é silenciado pelo “psiu” da ignorância; e em sua jornada para ser respeitada como uma autêntica religião como todas as outras, ela tem sido representada por seus seguidores com orgulho; e seus orixás, com as suas origens, lendas e símbolos, já são estudados até mesmo em nossas escolas; o que indica um avanço significativo na mente coletiva desse nosso Brasil tão rico em diversidade e tão pobre ainda em educação e respeito ao diferente. Trajetória também que vem sendo seguida pelas religiões originadas pelo uso das plantas sagradas dentro de seus ritos, que tem entre suas maiores representações, o Santo Daime, um nome que há tempos já evoluiu do “esoterismo exótico” para uma prática religiosa autenticamente brasileira.

Criada por Raimundo Irineu, um seringueiro maranhense que morava no Acre no começo do século XX, a religião se expandiu para além do verde da floresta, desdobrando-se e chegando até as cidades grandes e com ela, o seu evangelho cantado (o hinário) e o bailado (o rito) que prega entre outras coisas, a união dos homens e o respeito pela mata. O que torna essa religião motivo de tanto alvoroço é o uso da Ayahuasca, que ingerida na forma de bebida durante os rituais, provoca alteração do estado de consciência. Os críticos dessa religião alegam que a bebida, por trazer em sua fórmula elementos psicoativos, é um passatempo alucinógeno e as pessoas que a buscam, o fazem por diversão ou para experimentar um “barato” de uma alucinação legalizada; ora, até os órgãos federais (representado pelo CONAD - Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas), que sob forte pressão popular fez diversos estudos para a proibição do uso da bebida no ritual, já cedeu parecer favorável à religião, especificando que durante os estudos que duraram anos, não houve e nem há sinal de degradação moral ou social ou algum perigo à saúde ou à sociedade envolvendo os indivíduos que praticam os rituais que utilizam essa bebida. O estudo mostra que as pessoas que participaram e participam desses ritos retomam hábitos saudáveis, pois muitos largaram as drogas, bebidas, jogos e outros vícios e voltaram a ter uma vida produtiva e participativa em sua comunidade. Contudo, nenhum estudo sério sobre esse ritual prevalece sobre a opinião de certos críticos que resolveram iniciar uma brigada contra qualquer ritual envolvendo a Ayahuasca e afirmam grosseiramente que o Santo Daime nas cidades deveria ser proibido, pois tendo em seu ritual uma bebida alucinógena, não pode ser caracterizado como busca espiritual verdadeira.

O que é afinal uma busca espiritual verdadeira? A busca dos outros ou a nossa busca íntima?

Há pessoas que nasceram com o dom de entrar em comunhão com o universo num piscar de olhos ou ficar por horas em expansão da consciência e outros estados alterados da mente, onde conseguem ter provas reais de que existe algo a mais do que o que sonha a nossa rotina; mas eles também o sabem que há outros tantos, como esse escritor e muita boa gente, que sempre teve dificuldade em enxergar um palmo além dessa realidade. De qualquer forma, clarividentes, médiuns ou comuns como eu, somos todos peregrinos do caminho espiritual e cada um se vale do que melhor lhe convém para lhe servir de cajado. Os rituais com o sacramento, assim como as práticas de projeção da consciência (a viagem astral); ou mesmo as incorporações quando verdadeiras, permitem que todos tenhamos acesso ao que antes era terreno de poucos iniciados da ciência “oculta”. Permite que se tire o “para” e se insira o “normal” em qualquer experiência espiritual, que é basicamente o que buscamos todos e é uma herança que cada indivíduo tem o direito de conhecer. É claro, que nem todos estão preparados e para rituais com plantas de poder é necessário o devido preparo, estudo e acompanhamento espiritual e mental; assim como deveria ser em qualquer estudo espiritual. Assim é feito (nem sempre conseguido efetivamente) em todos os centros de Daime ou Umbadaime que tenho freqüentado; e foram vários, justamente para que eu estudasse esse fenômeno sob a ótica de diversas escolas, muitas delas com algumas misturas realmente um tanto exóticas e outras tanto que buscam por meio dessa bebida (que eles chamam de sacramento) um cura individual ou coletiva; uma melhora baseada em aspectos positivos e não alienativos, que infelizmente ainda são induzidos por muitas outras religiões. Como em qualquer estudo ou religião, testemunhei abusos, exageros e considero esses casos, os percussores das críticas tão severas que recebem e receberam certas escolas; mas que não as invalida, pelo contrário, uma vez que as religiões não nascem formatadas e são tentativas entre erros e acertos de proporcionar a todos que a procuram alguma espécie de união com o Divino que essas pessoas não conseguiram por conta própria.

Para escrever com propriedade sobre o Santo Daime, assim como fiz com a Umbanda, efetuei uma pesquisa sobre suas origens, suas ramificações e seus aspectos positivos e negativos. Participei ativamente de seus rituais; tomando notas, fazendo as minhas próprias experimentações no que tange à incorporação, ao transe mediúnico da Umbanda e o catarse psíquico físico, mental e espiritual dos rituais envolvendo a Ayahuasca. Como em qualquer representação religiosa há exageros, pitadas de fanatismo e há muitos e muitos casos de abusos, de “cases” que se forem estrategicamente tirados de seu contexto, poderiam fundamentar proibições; contudo, há muito mais relatos, milhares talvez de pessoas, de comunidades profundamente mudadas pela influência dessas religiões para o bem dos seus; homens e mulheres que se tornaram mais conscientes de seu papel social e que passaram a contribuir com a sociedade, retornando para as suas famílias, para os seus trabalhos; para uma produção cultural envolvendo as mais diversas formas de arte e representações da cultura popular e também para um trabalho de caridade que atinge não somente as suas comunidades, mas também outras áreas de baixa renda, os famosos “gaps” do subúrbio onde os tentáculos do governo e da opinião pública só os alcança em tempos de política ou em horas de tragédia. Estudando, pesquisando, praticando e questionando todos os aspectos envolvendo essas duas religiões, percebi que as duas religiões poderiam já ter deixado de existir se não estivessem trazendo à sociedade como um todo, algo útil, algo humanitário, algo que rompa a barreira das crenças e que provoque uma melhora na vida das pessoas que estão nelas envolvidas.

É necessário criticar os abusos, mas também é fundamental o respeito pela opção de seus praticantes por esse rito em particular, afinal o livre exercício dos cultos religiosos é garantido por lei na cidade, no campo, na floresta e em qualquer lugar do solo brasileiro e se tornou um crime o preconceito religioso, assim como é um crime, o preconceito étnico, político e cultural. Tanto o Santo Daime quanto a Umbanda experimentaram e experimentam ainda essas perseguições preconceituosas; e ao contrário das outras, sofrem ainda mais perseguições por serem crenças originadas por negros, no caso da Umbanda, e por caboclos ribeirinhos da Amazônia, no caso do Santo Daime; perseguições que mostram um desconhecimento da nossa própria origem e desmerecimento da nossa história; perseguições que são baseadas no preconceito que já disse antes a que veio e ainda esta ligado ao antigo ciclo de ignorância religiosa, mas cultuada pela maioria, especialmente, cidadãos das grandes cidades que desconhecem ou estudaram superficialmente a evolução dessas religiões e vestem o preconceito sem a devida base investigativa que não se adquire apenas com a leitura ou com a participação em alguns rituais. É claro, que se tudo é cíclico na história, essas perseguições são perfeitamente naturais, assim como também é natural quem as defenda, até que artigos como esses se tornem obsoletos por não terem mais a pretensão de lembrar quem esqueceu da obviedade de que tudo que envolve muita gente, ocorre por uma razão maior que aquela que nos move.

Antes de estar envolvido nos estudos dessas duas religiões, viajei os quatro cantos do mundo, estudando também as muitas formas da fé e sua relação com os seus povos e suas culturas. Não tenho doutorado em teologia, mas há tempos, antes mesmo de minhas viagens, já praticava a tolerância, virtude essa que independe de crença ou estudo se aprende em casa, em lares onde se aplicam o respeito e a confiança. Por isso, desconfio das argumentações de grupos de estudantes espiritualista que dizem e afirmam que o caminho dessas religiões que usam plantas de poder não deveria ser permitido, pois a única forma de união com o Divino deve ser feito com as “práticas naturais” como oração, meditação ou yoga ; ora, a ingestão da bebida ou de qualquer componente alucinógeno não muda o homem que já não tiver dentro de si a vontade natural de mudança e é perfeitamente natural que a ingestão da Ayahuasca seja usada pela humanidade, desde os tempos remotos, para se lembrar de quem é e viver melhor com o que faz. Há os que usam o pranayama ( técnica respiratória yogue) e outros que usam a Ayhuasca. Em ambos os casos, temos indivíduos utilizando ferramentas para entrar em estado alterado de consciência e se unir com a sua crença, seja ela qual for, do que seja Deus ou a Deusa.

Existe uma idéia nos meios espiritualistas que Deus não pode ser definido como Ele ou Ela, justamente por não ser alguém ou algo, mais ser tudo e todos ao mesmo tempo; conceito que se aproxima da visão espiritualista do Vedanta dos hindus, na qual uma de suas correntes, a Advaita, ensina a unidade espiritual: o “Eu, Tu e Deus somos um”. Se todos Somos Um Só, o que importa a forma ou a classe de Ser e me Tornar que eu escolher para lembrar daquilo que já sou? Outra vertente do Vedanta, a Dvaita, que é dualista, ou seja, é voltada para a adoração de Deus Pessoal ou adoração a qualquer Ideal Divino; ensina sobre os avatares, seres divinos que reencarnam na Terra, como mortais, para nos lembrar de quem somos e que há um Criador por trás de tudo; baseado nisso, surgem algumas perguntas: até que ponto vai a nossa arrogância em exigirmos que os deuses retornem numa forma mais naturalmente de acordo com a nossa cultura, preconceito e crença? E se eles decidirem usar para voltar à humanidade, a forma de um vegetal ou uma tartaruga, ou um peixe ou um pássaro? Um Ser Divino precisa mesmo sempre voltar vestido de homem? Jesus é menos judeu por ter se tornado um símbolo cristão? Vishnu seria menos hari hari se resolvesse que seu próximo avatar será um novo Orixá? Considerando que boa parte das religiões ocidentais seguem esse pensamento dualista e ainda esperam por um messias, como podemos ter certeza de que Messias já não veio para a Terra há tempos na religião do outro que nem sabe que é religioso? Tudo não seriam diferentes aspectos da união com o Divino?

Com a expansão dos ritos de Umbanda e a migração natural do Santo Daime para as cidades, já ocorre outro fato também típico das religiões no Brasil: a junção dessas duas religiões nos rituais de Umbandaime. O culto aos orixás, caboclos, preto-velhos e mestres já são conduzidos com o uso da Ayahuasca que segundo os médiuns, favorece a incorporação e o transe; tornando o estudo da mediunidade mais profundo, principalmente em relação aos estados mentais que influenciam sim na incorporação e em meio as armadilhas do inconsciente, temos cada vez menos médiuns fingindo um processo mediúnico por puro orgulho em não aceitar que nem sempre os caboclos de Aruanda querem incorporar, ou outros que viram "pai-de-santo" por motivos financeiros e com isso ajudam a alimentar o estereótipo da Umbanda como instrumento de macumba, feitiçaria, religião do faz de conta, prejudicando os trabalho de caridade que são feitos dentro dos raros centros que pregam a verdade e o estudo sério dessa religião. Esse estado “fake” de mediunidade é algo que havia me afastado a principio dos estudos da Umbanda, até que eu estudei a incorporação em mim mesmo e percebi a validade do transe mediúnico dentro do Umbandaime, uma vez que sob o efeito da bebida, a simples idéia da mentira é inaceitável; a própria Ayahuasca não permite, acreditem, já tentei fingir, já tentei mentir, para ver o que aconteceria, acontece que eu não consegui mentir; o que curiosamente fez com que eu desse os créditos aos rituais com essa bebida, pois permitindo um contato ou não com o mundo espiritual (cada um tem a sua crença sobre o que é espiritual ou não), ninguém consegue usar essa bebida como recreação, nem tão pouco fica viciado nesses rituais, uma vez que as “visões” da bebida só te obrigam a uma coisa: melhorar a sua estrutura de vida.

No caminho espiritual sempre há o perigo de cairmos numa cilada, entrarmos em alguma escola que exija a nossa alma em troca da abertura de alguns portais que nos auxilie em nossa caminhada. Para fugir da manipulação de certos mestres, padrinhos, professores e doutores que podem ou não usar essa bebida (afinal, é muito fácil manipular a mente alheia, basta algumas frases de neurociência e outras tantas de vontade de ser manipulado) é preciso a mesma arma que nos levou a questionar a religião que herdamos de nossos pais e nos colocou nessa busca pelo caminho próprio: o discernimento.

Hoje com a internet, mesmo quem não tem dinheiro para comprar algum livro dos poucos que foram escritos sobre esse assunto, pode acessar as diversas opiniões que se envolvem e se debatem nessa discussão sobre a Ayahuasca nos centros urbanos. Há opiniões de pessoas que estão totalmente ligadas ao Santo Daime e há outros que criticam sem saber do que falam; há também os que foram uma, duas, cinco vezes ao ritual e odiaram a experiência e viraram perseguidores desse estudo e há também outros que freqüentaram essas igrejas e templos por um certo tempo, completaram certos estudos que a escola pediu e que elas mesmas se dispuseram realizar e possuem uma visão mais ampla não do estudo da planta estudada, mas do príncipio religioso que implica a tolerância a todas as formas de crenças. Mas como filtrar tanta informação? Como saber o que é verdade ou mentira nessas experiências? Cabe ao leitor procurar perceber por si e aprender que todos nós temos o direito de nos expressar, mas o leitor precisa sempre ter mais cautela com discursos ofensivos e que foram escritos para confundir, criar pânico e não para ajudar a esclarecer os do´s e dont´s dessa caminhada.

Para aqueles que desejam conhecer mais sobre o mundo das plantas de poder, recomendo muito estudo, cuidado sobre o que se deseja descobrir e meditar em até que ponto está decidido a melhorar como pessoa fisicamente e espiritualmente falando. Não tema porém, siga em frente, experimente, tenha a sua própria opinião sobre aquilo que serve ou não para a sua estrada espiritual; pois se você for um peregrino que carrega em suas costas a bagagem da espiritualidade sadia e da tolerância, você conseguirá investigar essa rota e tirar as suas próprias conclusões ao invés de repetir os mesmos argumentos que leram no texto de algum doutor em alguma coisa que professe que isso ou aquilo seja proibido; afinal quando o assunto é caminhar para o Divino, cada um deve fazer com os seus próprios pés e para evitar calos, quedas e paradas desnecessárias, é preciso caminhar como livre pensante e caminhante aberto para aceitar que podemos pegar um atalho ou mesmo seguir por um tempo em algum caminho equivocado, mas é fundamental aceitar que cada um tem o seu caminho e todos vamos,com Ayauhuasca, Umbanda ou não, chegar ao nosso destino.

Um comentário:

z e r 0 disse...

muito bom, concordo sobremaneira com tudo que disse. não tenho vivência com a hoasca, mas nutro muito respeito pelo vegetal.
além disso, tenho afinidade com a umbanda desde a infância, e posso afirmar que relação com os orixás é muito forte e séria, claro q dependendo do local onde você atua e da capacidade de se integrar a uma egrégora superior.
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paz e luz!

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