segunda-feira, agosto 17, 2009

A CANÇÃO DO SALÃO DOURADO


Piso delicadamente nesse salão dourado.
Piso macio com suavidade, pois já sei que não caminho mais à esmo, não estou mais equivocado e mesmo que esteja, são tantos os bons frutos, que mesmo se amanhã, eu descobrir que estava errado, o aprendizado foi digerido; a lição espalhada em palavras. Não sei o que me aguarda ou se terei êxito, mais percebo na sutileza do que eu sinto, no perfume que cheiro, que não preciso acreditar para saber que sempre houve porque sempre há um Criador, um Arquiteto Divino que planejou esse salão dourado revelado nessa noite.

Diante de coisas tão belas, peço desculpas, peço perdão, se por vezes, fico cego; se duvidei, pequei por inocência; na ingenuidade de quem acredita em tudo o que se diz ser verdade; não era, não é! Pois a verdade não diz que é verdade, ela se mostra completa, por inteira e o coração sabe, o coração sabe.

Foi permitido que eu voltasse para esse salão dourado, depois de um bom tempo exilado por minhas próprias desconfianças e se conto o que conto é que me deixaram contar o que senti, pois preciso se faz lembrar aos meus irmãos que estamos todos destinados a ocupar o nosso lugar ao lado do Pai, da Mãe e do Irmão nesse reinado.

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