domingo, fevereiro 15, 2009

RODA DE CAPOEIRA

A SAUDADE

" A saudade pro coração de um capoeira
É igual a uma rasteira
Faz o berimbau parar
Ou então faz tocar
Um toque de angola
Onde o capoeira chora
Mesmo sem querer chorar

E ai se vê o lamento de um guerreiro
Sem rumo e sem paradeiro
E o poeta que aparece
Ele se esquece que é forte e perigoso
Tira o lenço do pescoço e solta um verso no ar
Que diz:

Amor, por favor,
Espere um pouco
Não vai me trocar por outro
Eu vim aqui e já volto já..."

Toni Vargas


Capoeira da Dualidade

Eu vou lá, eu vou cá
É vento que sopra, vou soprar
É pra lá que eu vou já
Caio, levanto, vou dançar

É pra lá, é pra cá
Na dualidade do estar
Vivendo pra contar
Escrevo tentando demonstrar

O que há é o que há
Não importa o outro duvidar
Segue teu caminhar
Segue com Nossa Senhora

Vai com fé, vai passar
Só o que não passa vem firmar
Todo o resto é prova
É teste, é teste, vai embora

Eu vou lá, eu vou cá
É vento que sopra, vou soprar
É pra lá que eu vou já
Caio, levanto, vou dançar

É errando pra acertar
Na dualidade da escola
É Terra, é Gaya
É o nosso lar, é bendita

O que há não muda
Só o que muda é o olhar
Por isso, vem brincar
De briga nessa capoeira

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