Daí, ela levanta e já quer brincar.
- Sua Serelepe! - apelida Auri, tentando dar nome a peraltice. Eu, se pudesse, ficaria toda a manhã brincando com ela; não posso! Tenho que trabalhar, preciso pagar as fraldas. Ela entende, pois não chora ao me ver saindo, o contrário, quando ela se dá conta que vou abrir a porta, ela grita de alegria; talvez porque imagine que vai sair comigo, ou, talvez apenas porque esse é o momento do dia em que ela levanta o braço direito e balançando a mão, diz : papai, vai, mas volte!
Por quase um ano, escrevi as peripécias da Jureminha nesse espaço. Hoje, ela também se despede de vocês, caros leitores. Prometo que ela vai mandar notícias, mas ela cresce mais rápido que as minhas crônicas; por isso, por enquanto, Jureminha se despede também. Se ela pudesse dizer algo, diria: " Eu vou, mas volto!"
Um comentário:
Que pena ! Aprendi amá-la através do seu amor. Que Deus os ilumine hoje, sempre !Marina
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