Letra de Evaldo BragaVersão de Jessé
Noite alta, céu risonho
A quietude é quase um sonho
O luar cai sobre a mata
qual uma chuva de prata
de raríssimo esplendor
Só tu dormes, não escutas
o teu cantor
revelando à lua airosa
a história dolorosa
desse amor
Lua, manda tua luz prateada
despertar a minha amada
Quero matar meus desejos
Sufocá-la com meus beijos
Canto e a mulher que eu amo tanto
não me escuta, está dormindo
Canto e por fim
nem a lua tem pena de mim
Pois ao ver que quem te chama sou eu
entre a neblina se escondeu
Lá no alto a lua esquiva
está no céu tão pensativa
As estrelas são serenas
qual dilúvio de falenas
andam tontas ao luar
Todo o astral ficou silente
para escutar
o teu nome entre as endeixas
As dolorosas queixas
ao luar
Lua, manda tua luz prateada
despertar a minha amada
Quero matar meus desejos
Sufocá-la com meus beijos
Canto e a mulher que eu amo tanto
não me escuta, está dormindo
Canto e por fim
nem a lua tem pena de mim
Pois ao ver que quem te chama sou eu
entre a neblina se escondeu
Nota do autor: mais uma canção encontrada que me perseguiu na lembrança por toda a vida. Escutei essa canção na infãncia e jamais a esqueci, e hoje a ofereço, com toda a sua breguice e poesia para quem compreende o que senti, sinto e sentirei sempre.
Um comentário:
ameiiiiiiii,lindo dms assim cm tudo o q vc faz,assim cm tudo em vc..
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