Numa certa rua do Ipiranga
Há uma vela que permanece sempre acesa
Ela é um ponto de luz na grande São Paulo
Onde estudantes da vida, celebram
O saber, a música e a bem aventurança
Por ela corto o silêncio
Por ela eu verso e falo
Pois esse ponto de luz
É a minha escola do Ipiranga
Já percorri o mundo todo
Caminhei pelas grandes cidades sagradas
Meditei nos templos hindús da Índia
Firmei meu ponto no berço da Umbanda, na África
Todos esses lugares possuem
As belezas mais variadas
Mas nenhum deles me trouxe tesouros
Tão profundos
Quanto essa escola no Ipiranga
Escola do Professor amigo
Que não gosta da palavra Mestre
Pois mestrado faz bem para o ego
E professar faz fluir o amor celeste
E professsando ele faz surgir a esperança
Que todos os alunos se graduem
Para além do mundo do apego e da maia que engana
E lembrem sempre com carinho
Do Abc da espiritualidade
Que eles aprenderam
Nessa certa escola do Ipiranga
De um autor anônimo para um professor anônimo de uma escola anônima.
quinta-feira, dezembro 18, 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário