Desde os primórdios o homem percorre os quatro cantos do mundo em busca de experiência, ao mesmo tempo em que internamente procura a essência do que ele é, do que representa.
Da África as terras européias, das tribos massais aos tambores celtas, o aprendizado corre nas veias da alma, que anima, que o faz seguir em jornada.
Das margens do Rio Ganges as muralhas da China, das montanhas da Mongólia até as terras da Sibéria; esses homens continuam em sua caçada por felicidade ou por alguma verdade que os faça lembrar que já foram estrelas, antes de cair no mar.
Atravessando estreitos de gelo, descendo a América abaixo, dos Maias aos Incas, dos Tupis-Guarani aos Astecas, esses homens até hoje viajam por toda a terra sem temer o perigo que deixar tudo pra traz representa.
Então levanta, homem-estrela, e anda.
Sai do barro, desce das árvores e caminha pela terra que é sua, nossa, minha.
Ouve o chamado do vento e descubra o que se esconde por tráz do horizonte, não pergunte aonde, apenas siga, descubra, avance.
Levanta homem e prova da maçã, sinta o sabor do conhecimento e o doce licor da sabedoria. Percorra esse mundo, chore de alegria; experimente o que há por fora, o que há por dentro, pois se Deus é o Criador, o homem co-cria.
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