terça-feira, agosto 22, 2017

A INSTRUÇÃO

Ensina-me, Mãe-Professora, a colocar em prática o que aprendi no canto do beija-flor. Preciso de força para atingir a maturidade da minha espiritualidade, para aguentar receber em meu peito o Teu Amor. Estou farto de ser apenas uma criança, Minha Mãe, sempre em busca de brilho, caçando fenômenos e buscando provas da Tua existência nesse plano de ilusão.

Mãe, é lindo contar as estrelas cadentes, ficar só olhando os cometas contentes; mas sinto que preciso, nesse momento, de uma colher de energia com gosto de pé-no-chão, para que eu faça da espiritualidade o meu dia-a-dia.
Passei muito tempo vislumbrando, e pouco tempo de vida praticando, por isso, peço firmeza, Ó Mãe Suprema, para não deixar para depois, a atitude de ser alguém melhor hoje.
Estou muito acostumado com o show do Teu Amor, bato palmas ao perceber as luzes da minha alma, porém, falta algo; não sei como pôr em ação todas essas lições que aprendi e sei que de nada vale continuar colhendo fenômenos, se eu não souber como usar esse conhecimento na minha vida, praticando-o aqui mesmo.
Por isso, peço-te instrução, Mãe das mães, pois, pior do que alguém que não tem acesso às Tuas santas lições, é alguém que recebeu o dom de conhecer um pouco, mas fez disso diploma nas paredes do ego - livro fechado nas gavetas teóricas da mente -, e faz desse divino presente água corrente que escorre pelas mãos.

P.S.:
Ter toda a liberdade do mundo,
Para poder escolher,
Entre todas as possibilidades,
Aquela que mais me agrade!

Ah, como transformamos, facilmente,
O nosso livre-arbítrio em livre-bobagem.

Livre-arbítrio não significa fazer tudo o que eu quiser;
Livre-arbítrio é poder escolher o que melhor me convier,
Dentro daquilo que eu realmente precisar.

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