Chegamos, Jureminha, a mãe dela e eu, num jumentinho moderno, seguindo a Estrela de Belém e o cheiro de peru assado.
Lá na casa da minha Mãezinha já havia chegado, uns quinhentos pastores, outros quinhentos Reis Magos, para celebrar a chegada do Jesuzinho que diziam os meninos, já estava lá dentro, mas estava escondido.
"Não seja bobo, menino, ninguém morre; por isso,
Sim, a alegria reinou a noite toda.
" Adádá, papápá, blum blum blá!"
Que eu traduzo como: "vamos parar com a falação, papai, eu quero é saber o que eu ganhei!"
Minha filhinha ganhou uma "ruma" de presentes, mas o presente maior e melhor, ganhou foi eu. Como fui um bom menino, Papai do Céu (ou foi o Véio Noel?) deu a Jureminha para mim, e para a mãe dela também, mas insisto no "pra mim", pois a gente é um pouco egoísta com quem amamos, por isso, a gente fala "minha mãe", ao invés de "nossa"; e eu agradeci, dizendo:
" Obrigado, meu Deus Secreto, pelo meu presente
Escondido, pois ele só gosta mesmo de aparecer, quando antes da ceia, do comê e do pavê, aquele povo todo reza para ele; e ele sente vontade de crescer e virar luz no coração de todos.
Natal na casa da minha Mãezinha tem amigo secreto, ceia farta e "Feliz Natal", mas, dessa vez, teve também coral de menino e menina, mulher bonita e talentosa tocando harpa, e Papai Noel com ajudante palhacinho. Tem tudo isso, porém, esse Natal foi diferente um pouquinho, pois foi o primeiro Natal sem a minha vózinha, mas Jesus, que já havia virado luz no meu peito, me disse:
Natal na casa da minha Mãezinha tem amigo secreto, ceia farta e "Feliz Natal", mas, dessa vez, teve também coral de menino e menina, mulher bonita e talentosa tocando harpa, e Papai Noel com ajudante palhacinho. Tem tudo isso, porém, esse Natal foi diferente um pouquinho, pois foi o primeiro Natal sem a minha vózinha, mas Jesus, que já havia virado luz no meu peito, me disse:
"Não seja bobo, menino, ninguém morre; por isso,
tenha fé quando eu digo que ela está assistindo a tudo
"on line" pelas ondas da intercéu;
além disso, sem tristeza, meu filho! Esse é o primeiro Natal com a sua bebê.
Se preocupe apenas em manter a alegria de estar vivo,
pois é tudo muito certinho,
Papai do Céu leva um e manda outro rapidinho,
nesse intercâmbio da vida entre os planos infinitos."
Sim, a alegria reinou a noite toda.
Ninguém falou de vovó; se pensou, pensou calado. Já do meu avô, muito se falou, pois na hora da oração, fiz questão de lembrar de São José e da energia dos "patriarcas" ali presente na figura dele " O Primeiro Pai"; e Vixi Maria, quase me esqueci que eu era papai também, só lembrei quando a minha filha gritou algo assim:
" Adádá, papápá, blum blum blá!"
Que eu traduzo como: "vamos parar com a falação, papai, eu quero é saber o que eu ganhei!"
Minha filhinha ganhou uma "ruma" de presentes, mas o presente maior e melhor, ganhou foi eu. Como fui um bom menino, Papai do Céu (ou foi o Véio Noel?) deu a Jureminha para mim, e para a mãe dela também, mas insisto no "pra mim", pois a gente é um pouco egoísta com quem amamos, por isso, a gente fala "minha mãe", ao invés de "nossa"; e eu agradeci, dizendo:
" Obrigado, meu Deus Secreto, pelo meu presente
Bem melhor que seriguela, paçoca;
doce de amendoim ou Pau-de-chuva;
.jpg)
0 comentários:
Postar um comentário