sexta-feira, dezembro 10, 2010

Semente, árvore, fruto

O jovem Svetaketu faz a seguinte pergunta ao seu pai:

“Como é que a Criação inteira pôde surgir do Ser, se este é tão sutil e não tem nome nem forma?”
“Filho, traga para mim um fruto daquela figueira”.
“Aqui está”.
“Agora, parta o figo ao meio”.
“Feito, pai”.
“O que você vê?”
“Uma quantidade de sementes muito pequenas, quase infinitesimais”.
“Corte uma ao meio, então.”
“Fiz, pai, com dificuldade”.
“O que você vê dentro?”
“Nada, pai”.
“Filho meu, aquela essência sutil que não pode ser vista é o âmago a partir do qual esta imensa figueira cresce e vive. Confie nas minhas palavras, meu menino: aquilo que é a essência sutil de tudo o que existe é o puro Brahman, que é consciência, realidade, amor. Esse é o Ser, e Isso é o que você é”.
“Por favor, ensine-me mais, pai!”

Fonte: www.yoga.pro.br

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