quarta-feira, outubro 27, 2010

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Felicidade! Ah...eu não teimo em escrever sobre felicidade, pois, assim como o amor, não dá para escrever sobre felicidade, descrever, explicar ou tentar colocar em termos, palavras, fala ou qualquer outra forma de comunicação esse sentimento tão arrebatador; porém, vocês sabem, sou escritor teimoso e preciso transformar essa teimosia em caldo de poesia, por isso, te ofereço uma colher. Quer?

Felicidade não é gargalhada, vulcões explodindo, fogos de artifício; felicidade é um meio sorriso, quase escondido sobre algo muito bom que ocorreu em seu íntimo que te dá uma certeza absoluta que tudo faz sentido.

Felicidade é um estado de espírito tão verdadeiro e intenso que mesmo se você acordasse sem roupa dentro daquele sonho esquisito, ainda assim você acharia graça de tudo isso.

Felicidade é um vento que molda a alma, feito água batendo em rocha que em príncipio, parece que não muda nada, daí, vai pacientemente abrindo caminho, transformando, artificando o que parecia ser definitivo.

Sim, vou concordar com quem disse que felicidade não traz riqueza, pois ela, em si, já é toda a riqueza que a gente precisa.

Se ser feliz para você é manter em mãos um punhado de notas, ter posses, pode ser que a felicidade que você busque seja aquela que vem em números, que depende da sorte; porém, se para você, riqueza for oportunidade de crescimento, crescimento real que rompe os apelos da vaidade e se torna aprendizado de verdade: parabéns, você já descobriu que a felicidade nada mais é que o nome que damos para aquela transformação que ocorre dentro da nossa alma que por ser tão gigante transborda em sorriso pelo corpo todo e temos a impressão que nada nesse mundo é mais importante e valioso que a alegria de acordarmos e percebermos que ser feliz é apenas sermos nós mesmos de novo.

Um comentário:

Sue disse...

Nossa, perfeito e simples! Facil de entender e explicar. Você é realmente inspirado. Bjka

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