segunda-feira, julho 12, 2010

O mistério do Big Bang e o Nascimento da Consciência

Ah, não vai ser eu que vai te explicar o que havia antes do Big Bang - é mistério que nem Sherlock Holmes ou Dr. House consegue desvendar; mas mente é tudo curiosa, é homem é sempre abelhudo, e topei essa peleja com um insight que ficou zanzando na minha mente, enquanto eu fazia a barba, numa manhã de segunda-feira; e esse insight veio com cara de charada, obrigando-me a investir mais do que uma pensada no assunto e enquanto eu devia estar pensando na rush hour, lá eu estava, tomando pingado com pão na chapa misturado com essas questões universais que nos atormentam, como se esperassem que tivessemos uma outra mentalidade capaz de resolver esses enigmas; eu que não sou nem um gênio, mesmo assim, dei uma de Einstein e comecei a elaborar uma teoria que diz assim:

" Junto com o Big Bang, surgiu também a nossa consciência se expandindo, desenvolvendo e criando, mantendo e destruindo formas; num jogo de sombra e luz, matéria e vazio, para todo o sempre amém!

Assim como o universo se expande, expande-se também a nossa consciência em busca de seus limites e da sua origem, sem se dar conta que a lógica da matéria não engole tamanho mistério que veio antes, contudo, se ampliarmos as ondas da nossa percepção, dentro das órbitas do sol criado que demos o nome de "nosso coração", vamos começar a perceber pequenas pistas, dicas de que não estamos á toa na Terra e a cada dia nela ocorre um Big Bang quando acordamos."

Baseado nessa viagem de ideia, junto com o ônibus e com o cobrador babando, perguntei-me: que universo eu estarei criando?

Daí, sentei, abri o jornal e esqueci completamente o que eu estava pensando...

Então, a charada voltou e eu fiquei entre um balanço e um solavanco, pensando novamente em Big Bangs diários que explodem desapercebidos, mas que criam universos paralelos dentro das nossas vidas, e veio a segunda parte da minha teoria que se você ainda está lendo, vai aprender que era assim:

" E se ao invés de estarmos nos aproximando, na verdade, estivermos nos afastando da fonte original, caixa de pandora das respostas universais, morada do Senhor, Graças a Deus!

Será que enquanto estamos vivos, somos matéria prensada, luz condesada, se ampliando, se afastando e se esquecendo, perdida em seus próprios pigmentos? Como podemos lembrar de algo que ficou lá atrás, bem distante, longe, bem longe, no reino do ontem, se estamos tão amanhã?

Será que ao morrermos, retrocederemos, voltando a origem de tudo e descobriremos em nossa consciência, onde sempre estivemos e ainda estamos?

Será que esse é o tal "Presente Divino": Ele, eu, você tudo juntinho, feito um SÓ, farinha do mesmo saco, tudo irmãozinho, como contam as lendas, os livros sagrados em suas parabólas, estórias das histórias, guardadas em nossas memórias individuais que formam uma realidade coletiva palpável, que só se faz real, quando estamos encarnados, e acreditando DE FATO que nada mais existe além do que o que percebemos com os nossos sentidos limitados."

Eureka! Pensei e me imaginei ganhando o Nobel, por ter descoberto o segredo do Universo, mas não prossegui na terceira parte da tese, pois havia uma ladra muito linda a minha frente, e ela roubou todos os meus pensamentos e meus olhos, minha mente, meus sentidos acordados e os que estavam até então dormentes não fizeram outra coisa além de observar as curvas daquela matéria e desejar que o meu BIG fizesse BANG com ela para todo o sempre, aleluya, hosanas e nós dois nas alturas.

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