terça-feira, maio 25, 2010

RAIMUNDA

Nem mesmo a beleza de mil prostitutas
Equivalem-se ao charme da minha Raimunda.

Mil navios seriam lançados em guerra por sua honra;
Por ela, eu abandonaria os Beatles,
Seria o Sid dos Sex Pistols,
Pois quase morro de over doses de amor
Com a minha Raimunda.

Pela minha Raimunda,
Eu largaria o paraíso,
Engoliria mil caroços de frutos proibidos;

Pela minha Raimunda,
Eu tatuaria o seu nome
Em minha perna,
Mandaria o esquadrão da fumaça
Escrever o seu nome no céu
Para que todo mundo na terra
Soubesse: eu amo a Raimunda!

Yes, eu amo a minha Raimunda!
Feia? Nunca!
Feio é o seu olhar,
Feia é a sua visão de beleza!
Sim, ela é cheia por natureza,
Um país de possibilidades infinitas,
Uma colônia a ser explorada,
Terra virgem nunca antes cobiçada,
Pois quem vê a sua cara,
Não vê a abundância de uma mulher
Que não tem vergonha de ser como ela é.

Amo a minha Raimunda,
Como o Da Vinci pintou a sua Monaliza,
Afinal,
Minha Raimunda pode
Até não ser uma Afrodite de Botticelli,
Mas não há quem negue
Que basta ela virar as costas
Para fazer businar todos os caminhôes;

Haja emoção!
Por isso escrevo esse poema
Canto mil canções!

Sim, por Raimunda,
Eu escreveria mil sonetos
Pois a minha Raimunda
É a minha "garota de Ipanema",
Sempre tão cheia de graça;

Agora, com licença,
Que eu vou comprar uma toalha...

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