sexta-feira, abril 23, 2010

Canto pra Ogum (Part. Jorge Ben Jor)

Zeca Pagodinho
Composição: Claudemir / Marquinho PQD


Eu sou descendente zulu
Sou um soldado de ogum
Um devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre

Sim vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto sim senhor
Eu canto pra Ogum

Ogum

Ogum
Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais

Ogum
Ele vem de aruanda ele vence demanda de gente que faz

Ogum
Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz

Ogum
Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão

Ogum
É quem da confiança pra uma criança virar um leão

Ogum
É um mar de esperança que traz abonança pro meu coração

Ogum

Ooogum
(Jorge Ben Jor)

Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria minha mãe ..
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei neste dia nesta noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sentou praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem
Tendo mãos não me peguem não me toquem
Tendo olhos não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançará
Facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.

Salve Jorge!

4 comentários:

Maria Clara disse...

Salveee

Fernanda Matos disse...

Ogum

Cantavam num tal tempo e canto, um conto,
Que um moço tendo na aldeia chegado
Tentou conversar em vão e ficou tonto
Sem respostas de um povo silenciado.

O tal moço sentiu-se furioso,
Por fantasiar aquela zombaria
Do povo, a quem se mostrou poderoso
E matou todos com sua artilharia.

Tempos depois, chegando noutra aldeia,
Contou o ocorrido para um ancião.
O velho falou ser coisa na veia
Do povo, nuns dias, nada dizer não.

O moço, Ogum, sentindo-se culpado
jurou proteger todo o injustiçado.

Fernanda Barros de Matos
Sociedade do Baobá - (Soneto tipo inglês, 14 versos, três quartetos e um dístico, decassilábicos, ABABCDCDEFEFGG)

be disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anônimo disse...

É ELE QUEM ME GUIA, MEU PAI ABRA MEUS CAMINHOS DE-ME SABEDORIA NESTE MOMENTO QUE ESTOU PASSANDO, AFASTE MEUS INIMIGOS DE MEU CAMINHO.MEU PAI AJUDE OSEU FILHO.JULIO DE BONSUCESSO (T.X. N.H. )

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