terça-feira, março 23, 2010

CORAÇÃO VIAJANTE, FOREVER

Por Wagner Borges

"Quando eu cheguei, ela já estava ali. Abracei-a ternamente e dei-lhe todo o amor que tinha.

Não foi suficiente, ela queria minha alma e meus valores.

Sentia-se protegida, mas não se revelava.

Será que o amor machucava os seus medos?

Encontrei-a (ou reencontrei-a) e o amor foi intenso.

Mas, um manto de ego vedou seu coração para mim.

Chorei por mim e por ela...na noite escura de minha alma.

Ela me amava. Mas, a que preço?

O amor eleva, não arrasta ao abismo do medo.

É ele que faz o vôo acontecer...

Nos meus sonhos de amante, ela é brilhante e bela, corpo e alma.

Mas, a realidade me chama e o abismo está logo ali.

Encontrei-a, mas não me encontrei nela.

Preferi voar do que afundar.

Sofri e sofro! Dói de todo jeito.

Mas, o meu vôo continua...

O tempo é meu irmão e não há trevas em meus caminhos.

Sozinho ou acompanhado, preciso seguir...


Engraçado!
Em meio a esses escritos, parece que encontrei-me um pouco.
Lembrei-me que meu coração é viajante
e que novos encontros e amores ocorrerão a frente...
Oxalá, sem mantos de ego toldando o amor,
mas com plenitude e alegria iluminando a jornada de dois em um!"

(Wagner Borges)

Conheça o trabalho do IPPB e do Professor Wagner Borges:
http://www.ippb.org.br
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