quinta-feira, janeiro 14, 2010

O BALANÇAR DO MUNDO

Ai, minha vida, tão pequena e tão reclamada; perto das coisas do mundo, sou nada, sou nada.

E lá vou eu, por minha vida, vestido de super-homem, Highlander; vivendo como se fosse tudo tão importante; como se o mundo fizesse órbita no meu umbigo; nem ligando para os avisos do mundo: "encolhe o ego, você não é eterno!!!"

Eterna minha alma, confunde a mente, que pensa que é gente; e toma o controle do comando da nave manifestação, do leme existência. E segue reclamando, reclamando tanto que dá nó no coração, que sabe coisas que a mente não sabe não.

Quero de vez não saber mais sobre as coisas do mundo, as tragédias me apequenam; me fazem ver o absurdo que é reclamar de barriga cheia, de bolso fundo.

Por isso, vou ficando bem quietinho e observando o universo me mostrando que tudo é finito nessa estrada, menos a consciência que se move na excelência do Plano do Papai-Sabe-Tudo, que deve ter os seus motivos para balançar o mundo.
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