segunda-feira, novembro 03, 2008











Mais um Começo e Fim de Semana

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Caminhada Noturna (Sexta)

Era Samhin ou Beltane? Naquele momento, pouco importava a data, eu queria mesmo era pisar na mata, tocar meu maracá e ouvir o som do tambor.

Fazíamos uma caminhada noturna no Parque do Ibirapuera, em Sampa. Auri andava ao meu lado, nós dois, envolvidos naquele cardume de gente estranha com tambores, cantos e uma intenção sincera de homenagear a natureza.

Éramos guiados por uma moça que representava uma escola pagã e a idéia era celebrar os Celtas, esse povo guerreiro, segundo ela, os índios da Europa. Não importava a data, pensei comigo, o importante era a proposta de lembrar dos Celtas na prática de caminhar no bosque, no parque ao som de tambores e cantos indigenas.

Era surreal, caminhar e cantar no parque á noite. As árvores assumem formas humanas, os bichos noturnos fazem algazarra, quando a gente passa. Não havia estrelas, nem lua cheia, apenas uma garoa que ameaçava a brincadeira acabar, mas mesmo assim, ousamos continuar no ritmo dos nossos passos e das batidas do nosso coração.

Refletidos nos olhos dos outros usuários do parque, éramos um bando de malucos; refletidos nos olhos do verde, éramos humanos estranhos que poderiam estar do outro lado na selva de pedras, mas decidiram, fazer festa no escuro do parque.


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Estranho (Sábado)


Que dia mais estranho.

Tentei matar o sábado com mil atividades, o sábado durou uma eternidade.

Tentei pular para o domingo, como quem fura fila, voltei ao começo da fila.

Tentei fingir que o sábado não existia, eu que deixei de existir, perdi todo o meu dia.

Que dia mais estranho.

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Festa do Divino (Domingo)

Outra festa regado a vinho, música e êxtase do Divino. Outras revelações, outras tantas promessas feitas, outras tantas formas de mudar o que está em minha mesa. Será que conseguirei cumprir o que as palavras disseram que eu iria?

É esperar para ver o que vai acontecer?

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Láz! Láz! Láz ( Segunda)


Que as ondas da amizade se propaguem aos quatro cantos em sorriso, amor e cantos.

Que você, caro professor, possa colher em sorrisos, todo o saber que compartilha conosco.

Que você, caro amigo, possa colher em amor, todo o sabor que através das letras nos ensina.

Que você, caro aprendiz, possa transformar em música, todo o conhecimento que busca.

Pois basta observar para perceber que você não aprende para saciar o ego; você aprende para compartilhar.

Basta discernir para perceber que você não estuda para virar mestre, doutor ou sacerdote; estuda para servir e ajudar.

Basta limpar a vista, para ver que você poderia estar ganhando rios de dinheiro com a manipulação coletiva; mas continua insistindo nessa lista e na sua sina de sorriso, amor e canto.

Obrigado, Swamicarecananda, por toda a sua ajuda em minha caminhada e por cuidar da nossa lista de cada dia.


Namastê e Feliz Niver para você!!!


F.
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