terça-feira, agosto 26, 2008

O CANÁRIO E O ESCRITOR

Um canarinho apareceu morto no meu quintal; não houve reclamação do corpo, o verão se fez, o dia clareou, nem houve lágrimas do bem-te-vi, muito menos do beija-flor.

Eu passei a me perguntar: Quem foi esse canarinho? Onde cantava? Que filhotes deixou? Será que deixou algum grande amor? Algum pássaro preto, voando agora desolado, sem ter ao seu lado, o belo canto do canário.

Não sei, respondi a mim mesmo, mas vendo aquela canário no chão, coberto de grama e terra, senti uma pontada aqui no coração e quis fazer uma homenagem em forma de canção, porém como não sei compor não, escrevo essas rimas em forma de prosa, desejando que essas palavras possam encantar leitores da mesma forma que o canário, ouvidos encantava.

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