segunda-feira, agosto 11, 2008

CATIVO DO PRIMEIRO AMOR

Eu escrevo como quem não desiste de querer expressar o amor, pois não existe, para mim, honra maior que oferecer minhas palavras a você, caro leitor.

Sou um aprendiz de escritor e engatinho os primeiros passos como poeta, mas ainda não aprendi a rimar flor com dor, pois não consigo deixar de ver a maravilha e a perfeição de cada pétala.

Escrevo como quem tem fome, e quando você me lê, sacio a minha sede; contudo, seja você leitor, mulher ou homem , não leve tão a sério o que escrevo, pois faço poema como quem balança na rede e quem balança em rede, não tem qualquer pretenção de mudar o mundo, só oferecer palavras ao todo sobre tudo, por isso me perdoe, se não te ensinar a pescar o peixe.

Vou indo e voltando, no eterno balançar da rede da vida; vejo palavras em cada canto me pedindo para expressar o que há por tràs da minha alegria. E feito rede, vou balançando as palavras, filtrando, coando e falando a linguagem que ecoa em meu coração, pois a razão do meu sorriso é que sou cativo do Primeiro Amor*, aquele que inspira poeta, artista, músico ou escritor a expressar por meio de sonatas, canções, poemas ou crônicas, que não há criatura sem criador e nem criador sem criatura.

Pense sempre no Primeiro Amor e você sempre ficará melhor, pois Somos Todos Um Só.
Frank

*Primeiro Amor: forma carinhosa, que meu amigo e professor Wagner Borges, chama o grande Arquiteto da vida.

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