quinta-feira, janeiro 10, 2008

A Balada de Radha

Bati na porta ao chegar em casa
Quem a abriu? Era Auri ou Radha?
Sândalo, melodia e som de flauta
E ela dizendo: “Bem vindo, Gopala!”

Deixei de ser adulto cansado
Tornei-me um menino azul
Na mesa um belo prato preparado
Era oferenda para mim ou Vishnu?

Auri caminhava, Radha sorria
O amor em pura devoção
Estávamos no Brasil ou na Índia?
Ou era outro lugar? Sei dizer não!

Mas nesse lugar se sente
Que o amor reflete o infinito
Bebe-se o agora e o sempre
Não há lugar mais bonito

E foi assim numa noite qualquer
Que Radha transformou-me em Krishna
Pois há entre todo homem e mulher
Um quê de Gopi, um quê de Govinda

Frank

Um comentário:

Anônimo disse...

Meu amado Gopala


Me banhei com perfume de sândalo
Me vesti de vermelho e me senti dourada
Preparando-me com amor e com zelo
Esperava a chegada do meu doce gopala

E como sua gopi não deixei faltar o sari
Pintei meu rosto pra que ao chegar apreciasse
Todas as cores que pulsavam no meu peito
No momento em que me visse quando chegasse

E acolhi o doce gopala do riso
Recebendo-o como sua amada Radha
Não sabia se devoção, amor ou alegria
O que era aquilo que de nós dois brotava

E decidi amá-lo de todas as formas
Ao meu menino azul, oferendas eu trazia
Abracei-lhe cantando então uma canção
E sorrindo dormiu quando o dia já amanhecia...

A você que me faz sentir como se fosse Radha, Oxalá eu possa sempre te alegrar com minhas peripécias e surpresas, ter sempre algo novo pra te surpreender, não deixar nunca nossos dias virarem rotina, criar algo novo em cada amanhecer...um beijo meu Krishna

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