quinta-feira, setembro 27, 2007

Na Presença do Avatar do Amor

Quando te senti, meu ego, foi assim desaparecendo na pequenez de mim mesmo. Você estava todo tempo ali, me observando e não julgando; me amando e cuidando. Eu, nem sabia da sua presença, até descobrir que você sempre esteve lá e eu senti vergonha de ser assim tão sem atenção, de estar boa parte do tempo dormindo, dispersado e distante, só assim para não perceber você sorrindo.

Desde que te senti, é a minha alma que agora sorri, de contentamento por ter percebido que você ainda está aqui e eu posso te sentir nas pequenas coisas: num sorriso de um bebê dormindo, no espaço que me separa do estranho no metrô, nas coincidências que teimam em ocorrer "por acaso", na música que ainda soa em meu ouvido.

Ò doce Krishna, dançarino dos campos, avatar do amor; que eu nunca esqueça que flertar com a vida é bailar contigo.


Frank

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