sábado, fevereiro 03, 2007

O Dia em que a Música Morreu



A primeira canção que ouvi do Buddy Holly foi “That´ll be the Day” num velho álbum do filme American Graffiti que comprei em 1990. Já conhecia e amava as canções dos anos 50, um dos melhores filmes que eu assistira, era o musical La Bamba, mas até então, eu não sabia que aquele cantor com um estilo de voz único era o mesmo cantor de óculos que tinha morrido num acidente aéreo junto com Richard Valens em 1959.

Eu amei as canções do Buddy “logo de ouvido” e fui pouco a pouco tendo acesso a sua obra e a sua história.

Charles Hardin Holley, 22 anos, tinha apenas três de carreira. Mesmo em tão pouco tempo, deixou um legado musical surpreendente, com composições tão complexas quanto criativas. O suficiente para garanti-lo na seleta galeria das lendas mais genuínas da música pop. Há muito matéria sobre Buddy na internet, não vou tentar narrar o que é muito fácil encontrar via google por ai, mas o que queria mesmo fazer era uma pequena homenagem nessa semana em que o mundo lembra do acidente que vitimou Buddy Holly, Ritchie Valens e Big Bopper em 03 de fevereiro de 1959, num dia que ficou conhecido como o Dia em que a Música morreu.

Muitos cantores como Raul Seixas e Lulu Santos aqui no Brasil e os Beatles e Rolling Stones na Inglaterra eram fãs incondicionais do Buddy e seus trabalhos foram profundamente influenciados por Buddy e sua banda Crickets ( a primeira canção gravada por Mick Jagger e a sua turma foi “Not Fade Away” e o próprio nome Beatles foi criado em homenagem aos Crickets) . O grande cantor e compositor Don Maclean gravou nos anos 70 seu grande clássico "American Pie", uma canção que se tornou a mais bela homenagem a esse grande cantor.

Na minha vida, everyday, as canções continuam sendo trilha sonora de meus momentos especiais.

Frank

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